#Receita Flan de coco


Editora Globo

Ingredientes 
Pudim 
3/4 de xícara de coco ralado 
2 xícaras de leite de coco 
1 xícara de leite 
1 fava de baunilha cortada ao meio (pode substituir por essência de baunilha a gosto) 
8 gemas de ovos grandes 
1/2 xícara de açúcar 
3 colheres de sopa de triple sec (licor de laranja) ou Curaçao 

Para o caramelo 
1 xícara de açúcar 
3 colheres de sopa de água 

Para untar 
2 colheres de sopa de óleo de soja 
1 colher de sopa de água 

Preparo 
Forminhas: em uma tigela, bata à mão o óleo com a água até misturar. Com essa mistura, unte oito forminhas de alumínio para flan. 
Caramelo: em uma panela, junte o açúcar e a água. Ferva em fogo baixo até o açúcar se dissolver. Mude para fogo alto e não mexa até adquirir uma cor âmbar profunda (ponto de caramelo). Imediatamente, divida o caramelo nas forminhas e movimente para que a base fique completamente coberta. Coloque as forminhas numa assadeira alta. Reserve. 
Pudim: preaqueça o forno a 175ºC. Coloque o coco ralado em uma assadeira e toste por dez minutos (não deixe queimar). Em uma panela, misture o leite de coco e o leite. Raspe as duas metades de baunilha e acrescente-as à mistura com as sementes da fava. Esquente em fogo alto até ferver e retire do fogo. Cubra com papel filme e deixe descansar por dez minutos. Tire a fava. Na batedeira, bata as gemas e o açúcar até obter uma mistura branca e firme. Gradualmente, acrescente a mistura de leite e leite de coco ainda quente. Junte o triple sec ou Curaçao. Acrescente 1/2 xícara de coco tostado e distribua o preparo nas forminhas. Coloque água na assadeira e asse em banho-maria por aproximadamente 60 minutos ou até que os pudins estejam prontos – e só mexa um pouco a assadeira. Remova as forminhas da água. Deixe esfriar e, depois, coloque-as na geladeira de um dia para o outro para gelar bem. Na hora de servir, basta desenformar e cobrir o flan com mais flocos de coco tostados.



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#Fotos Banheiros com vista incrível





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#Site Learning Chocolate



Site para aprender inglês de maneira simples e didática.



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#UnhasdaSemana Lollipop



Bom dia meninas!
Tudo bem ?

Nas unhas desta semana escolhi um esmalte super alto astral.. Foi o LolliPop, um laranja bem vibrante! Combinei com adesivos de unhas super divertidos e adorei o resultado. ^^ Os adesivos podem ser encontrados  aqui.

 Espero que gostem!

parceria blog pequenoparceria adesivo de unhas


Um Beijo!! 



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#Tecnologia App Ex-Lover Blocker


São Paulo - Na contramão das ações focadas no Dia dos Namorados, o Guaraná Antarcticadecidiu dar uma visão agridoce para campanha da marca na data comemorativa.

O refrigerante lançou o aplicativo Ex Lover Blocker, que promete ser a solução dos problemas de quem acabou um namoro e está com medo de uma recaída. 

A marca convida o usuário a fazer o download do app que bloqueia o telefone do ex-namorado ou namorada e ainda escala cinco amigos para ficar de olho em tentativas de contato.

Em caso de tentativa de desbloqueio, o aplicativo impede a ligação e manda um aviso para os amigos escolhidos, que ganham 2 minutos para ligar para o usuário. Por fim, se a ligação dos vigilantes não for atendida e o usuário ligar para algum antigo relacionamento mesmo assim, o app publica automaticamente a recaída no Facebook.

O aplicativo é obra da DDB Brasil Publicidade Ltda. Segundo o indexSocial, ferramenta desenvolvida pela agência Espalhe Marketing de Guerrilha, a Guaraná Antarctica mantém o topo do ranking de audiência nas redes sociais, conquistado em novembro de 2011



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#Cronica Fora do Ar

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Na semana passada sair para almoçar com um amigo que vejo muito pouco , ele mal me cumprimentou e tirou o celular do bolso e colocou em cima da mesa . Logo após pedimos a carta de vinhos e enquanto eu achei que nós dois líamos o menu , reparei que ele não tirava os olhos do seu telefone móvel. Quando perguntei se o vinho que escolhi estava bom. Ele respondeu sem ao menos saber qual a marca da bebida e concordou comigo e virou-se para o visor novamente. Não resisti e brinquei que o post/mensagem deveria ser importante, ele apenas riu sem graça e devolveu a mesa o celular que a esta altura estava nas suas mãos.

Tentamos conversar um pouco , mais o tempo todo a conversa era interrompida , por ruído das mensagens que ele recebia , não só de textos, mas também de redes sociais. Foi difícil concluir um assunto por inteiro  Parecia até reunião de mulher que falamos de tudo e todos ao mesmo tempo onde a  interrupção é por assunto mais importante ou mais animado, não  pelos toques incessantes do celular ou por que amigo resolveu antes de comer o prato postar e enviar para as redes sociais, quase um Big Brother.
Não sou  contra ao uso de aparelhos celulares e mesmo que tivesse hoje seria impossível viver sem ele , como também nada contra a estar conectada, coisa que fico bastante tempo também. Porém , não acho legal a rotina ser cadenciada por esse tipo de aparelho , visto que no caso do meu amigo e não sei se é o seu , ele ultrapassou os limites da razoabilidade no seu uso.
Se usarmos a boa e velha linguagem analógica, a quantidade de aparelhos “inteligentes” disponíveis e modernos que tem no mercado é normal que se aumente a probabilidade de que eles virem quase uma extensão do corpo e também fiquem conectados demais e até mesmo viciados, doença que os ingleses apelidaram de nomofobia ou no-mobile.
De repente, você não conheça esse termo , trata-se do pânico de ficar sem conexão, via qualquer aparelho de celular. No caso o “doente” ou nomofóbico tem dificuldade de conter os impulsos de fazer ligações, mandar torpedos e fica o tempo “ligado” no seu aparelho , checando o tempo todo se alguém enviou alguma coisa há casos graves até mesmo de ouvir ligações imaginárias. E aí caros amigos que verificamos o desequilíbrio entre a necessidade de uso e a ansiedade de estar no ar.
A nomofobia é considerada hoje é mais dos tantos transtornos que foram criados pela psicologia moderno que apelida qualquer tipo de comportamento de transtornos, no caso em questão pode-se dizer que é o controle dos impulsos , assim como a dependência de sexo ou de compras, com a existência de também crises de abstinência , cada vez que se fica longe do aparelho tem o sintomas de : irritação, sudorese, taquicardia , dor de cabeça entre outras.
Não sei meu caro leitor se é o seu caso, mas para isso resolvemos fazer um teste  em podem dizer se você está adquirindo uma relação neurótica com seu telefone , veja abaixo e marque a alternativa ou as alternativas compatíveis com você:

a)     – (  ) Seu celular fica ligado por 24 horas.
b)     – (   ) Usa o celular na hora da malhação.
c)      – (   ) Seus amigos reclamam que você não desgrudada do celular.
d)     -  (   ) Interrompe reuniões de trabalho para ler mensagens.
e)     -  (   ) Anda com celular sempre a mão e enlouquece quando o esquece.
f)       – (   ) Há mais de uma alternativa compatível.
g)     -  (   ) Outras opções compatíveis ( coloque nos comentários do blog)

Se você marcou uma ou várias alternativas , você corre um grande risco de ter sido acometido por essa moderna doença e só resta para você um tratamento. Não pense que vou dar o conselho para que você não use o celular, sei da inviabilidade da coisa. Porém tentar  relaxar seria uma boa opção, do tipo ir caminhar na beira da praia, sentar no banco da praça , olhar ao esmo, ler um livro e tomar um chope com os amigos, mas não vale depois disso tudo correr para o aparelho para tuitar ou contar o que está fazendo. Senão , caro amigo, só me resta dizer que você não está mais precisando de uma boa relaxada, mais sim de uma visita ao terapeuta , para acabar com seu vício brabo e ficar “fora do ar”.

NEM TUDO É MENTIRA
Nemtudoementira1@gmail.com
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#Cronica Fazendo Biquinho

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O hábito lhe perseguia tal qual um vício: fazia biquinho em todas as fotos. Quase uma sina. Bastava um convite para uma foto, ajeitava a roupa, uma pose cuidadosamente elaborada e… o biquinho se formava na boca disforme, antes do flash espocar seu rosto.

Não sabia tirar fotos de outra forma. Sozinha em frente ao espelho ou em uma festa com amigos – se não fazia bico, a foto ficava crua. Faltava algo: brilho, intensidade, verossimilhança. Preferia que lhe cortassem metade da cabeça pelo péssimo enquadramento, mas o bico não podia faltar. Seu ego não merecia tanto descaso.

As amigas, no começo, zombavam. Diziam ser ridículo, e outros degenerativos. Com o tempo, porém, começaram a sentir uma pontada de inveja. Não demorou muito, e a pontada virou um soco no estômago de pura inveja ferina. A velha história: a amiga sempre sai melhor nas fotos, por mais que o orgulho intempestivo as obrigue a negar.

No final, estava armada a competição. Quando saiam juntas nas fotos, cada uma queria fazer um bico mais imponente. Biquinhos suaves deram lugar a bicos disformes. Os transversos e mentonianos contorcidos e retorcidos em caretas assustadoras. Seriam facilmente aprovadas como figurante em qualquer uma das sequências de Star Wars, mas ainda acreditavam ser os exemplares mais transparentes da sedução feminina.

A competição foi se tornando cada vez mais acirrada. Quem fazia o maior bico, ganhava mais comentários e elogios nas fotos nas redes sociais. A amizade se desvaneceu ante a disputa de quem tinha o bico mais bicudo entre as bicudas.

Certo dia, na balada, na foto com as “amigas”, ela esticou o biquinho o máximo que pode. Os lábios disformes se estenderam centímetros a frente do nariz. O músculo orbicular retesado, o risório deformado, zigomáticos e depressores rasgando-se num esforço descomunal. Enquanto em pose, antes do click, percebeu seu bico anormalmente saltado, e sentiu-se satisfeita por se conscientizar de que nenhuma das amigas jamais conseguiria algo parecido. Ia ganhar todos os elogios ao postar a foto nas redes. Seu bico curtido e compartilhado, o alvo dos holofotes.

Mas, não houve tempo para muita comemoração. Após o instante do flash, para seu desespero, o bico não voltou ao lugar. Travado. Represado. A careta não se desfez. Os músculos tesos, tensidade absurda. E a boca, enfim, condenada ao bico eterno.

Hoje em dia, por onde passa, é alvo de olhares comiserados, acompanhados por declarações como: “pobre menina!”.

Menos as amigas que até hoje, quando se encontram, ainda sentem aquela inegável pontada de inveja.



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