#Dica Denuncio - Defesa do Consumidor

Denuncio! é o espaço que todo consumidor deseja na rede mundial de computadores. Aqui o consumidor brasileiro tem o poder de exercer seu direito expressando sua reclamação quanto a atendimento, compra, venda, produtos e serviços.
Denúncias
O sistema de denúncias (reclamações) é aberto a todo e qualquer consumidor brasileiro que se cadastre perfeitamente no cadastro do site Denuncio, ou seja, preenchendo todos os campos obrigatórios do cadastro.
Sem quaisquer custos a denúncia ao fornecedor de serviços e/ou produtos realizada pelo usuário do site Denuncio é publicada e um aviso é encaminhado, automaticamente, via RSS e por e-mail à parte reclamada, caso a empresa tenha seu Serviço de Atendimento ao Cliente Cadastrado no Denuncio.
Os fornecedores poderão responder a qualquer momento, publicando assim a resposta à reclamação do cidadão, tendo apenas que estarem cadastradas no site (totalmente GRATUITO).



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#Imagens Engraçadas na Praia










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Já pensou? Metas pra 2013, dessa vez cumpra!

Hooy lindas!
Sabe aquelas promessas, metas etc.. que você sempre determina para o ano seguinte? Pois é, que tal revê-las e cumpri-las!?     Eu andei pensando muito sobre isso, já pensou se o mundo acaba mesmo? Ta você ai só imaginando o que iria fazer, que tal tornar isso realidade?

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-Todo ano repito pra mim mesma que irei emagrecer no ano seguinte, mas estou cansada de esperar pela minha própria força de vontade. As coisas não vão se fazer sozinhas e nem sonhos serão realizados sem esforços. Por isso hoje tomei uma decisão; Parei, parei de ficar reclamando, falando, desejando e nada, vou me esforçar pra conquistar aquilo que desejo por que sei que quando menos esperar irei olhar pra trás e ver quanto tempo perdi.

Comecei a partir de hoje, não roerei mais minha unhas e a dieta é certa! Mesmo que seja difícil eu vou fazer até por que amanhã ou depois sei que estarei livre e vai ser bem melhor. Que acham de começar junto comigo? Vamos lá tomem coragem, só nós podemos mudar algo em nossas vidas.

Eu já entendi isso, e a partir de hoje as coisas vão mudar pra mim. E vocês o que pretendem começar de novo hoje? TENTEM, INSISTAM, CONSIGAM.

Beijos: Iana Paula <3



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#Esmaltes Sugestão de Nail Art para usar no ano novo

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Oi amores e amoras, tudo bem?
Ultimamente mal tenho tido tempo para postar né? Mas sempre que der estarei aqui com novidades para vocês.

Hoje vim mostrar uma nail art que fiz, e AMEI! vim deixar ela como sugestão de nail art para o ano novo. Vamos conferir?



As unhas estão douradas e a "filha única" com desenho de oncinha que são SUPER FÁCEIS DE FAZER! Basta fazer letras 'C' e 'O' tortas que a nail art aparece.

Bom, mas por que eu deixei como sugestão de ano novo?

Para quem é supersticiosa e na virada do ano vai estar com uma cor que atrai alguma coisa que tal apostar no dourado nas unhas e atrair dinheiro para o ano que se inicia? Eu vou apostar nessa. E se você ai ainda não sabe o significado das cores para usar no ano novo é só CLICAR AQUI! e ficar por dentro dessa também.

Beijos meninas, espero que tenham gostado da nail art. Se quiserem ver outras nails feitas por mim sigam @butecoparagarotas no instagram ou acompanhem o blog http://butecoparagarotas.blogspot.com



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#Artesanato com bexiga



Que tal fazer um cachorrinho bem lindo utilizando bolas de encher, papelão e jornal? Esses e mais alguns outros materiais serão necessários para você fazer. Confira o passo a passo!

Vamos te mostrar como fazer um enfeite para a sua casa. Você vai poder decorar sua casa da forma que você achar melhor. Esse pode até ser um enfeite para você deixar o quarto das crianças mais colorido e alegre. Acerte na escolha da cor que vai pintar o seu cãozinho e capriche nos detalhes. Use a criatividade.
Veja o PAP em: http://www.artesanatopassoapassoja.com.br/artesanato-com-bexiga-e-jornal-passo-a-passo/



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#Decoração Quadro de avisos



Quer aprender como fazer esse quadro de avisos??? 



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#Texto Não dou a mínima para o ‘espírito de Natal’, por Matheus Pichonelli

Nada contra os bons sentimentos. Tudo contra os clichês.

Época de fim de ano, o que mais se vê, além dos jingles sobre um novo dia de um novo tempo que começou, é gente descendo a ripa nos supostos coveiros do espírito natalino.


'Pois a certa altura da vida posso dizer sem certa vergonha: não dou a mínima para o espírito de Natal'. Foto: Patrícia Oliveira

A malhação do Judas é no sábado de Aleluia, mas tem no Natal uma prévia ainda mais sangrenta. Nessa época, pouca gente apanha tanto quanto os comerciantes, justamente os únicos que não terão descanso na reta final do ano que se encerra.

Os coitados ficam lá, abrem as portas logo cedo, seguem firmes até as 22h, com sorriso no rosto (ai se não sorrir), ouvem reclamação de empregados, fixos ou temporários, andam pra cima e pra baixo pra trazer o sapato que sirva na madame, o brinquedo ao gosto do pentelho, o hot dog do tiozão cheio de sacolas e que não aguenta mais esperar na fila.

Tudo pra quê?

Para se tornarem réus, às vésperas do dia de 25 de dezembro, da acusação de assassinato dos bons costumes, os tempos em que ajoelhávamos no milho pra rezar para que nossa economia fosse sempre primária, para que a gente jamais se contaminasse com os imperativos comerciais, e para que nossas crianças não caíssem na tentação das bebidas, do ócio, dos cigarros e da TV Globinho.

Pois a certa altura da vida posso dizer sem certa vergonha: não dou a mínima para o espírito de Natal. Ou melhor: não dou a mínima para quem vem me falar, a essa altura do campeonato, sobre espírito de Natal.

Por um motivo simples. Tivemos o ano inteiro para sermos minimamente decentes com o colega do trabalho, com os amigos, com o cobrador do ônibus, com o rapaz do estacionamento, com o andarilho que nos pede dinheiro e piedade à porta de casa.

E, órfãos de algum espírito superior que nos rondaria em maio ou junho, chutamos todo mundo. Família? Fala sério. Ficamos o tempo todo batendo boca com a esposa que teima em aparecer na festa da irmã da cunhada, de quem a gente foge feito o diabo da cruz.

Mas chega o Natal e tudo é compensado pelo churrascão de fim de ano, quando todo mundo se abraça, diz que se ama e confere o relógio para saber quando é que as visitas vão embora.

E se as coisas não saem do jeito que imaginamos quando assistimos “Esqueceram de Mim” ou à versão da Disney do “Um Conto de Natal”, a culpa é do libanês dono da loja de brinquedos, que ralou o ano inteiro, se endividou, tomou balão dos fornecedores e só agora vai ver o filé mignon, com o aumento do movimento provocado pelo tão malfadado imperativo comercial – e que será a locomotiva da indústria de bens de consumo, que afinal faz a grana girar, cria empregos, etc.

O sujeito que agora pragueja contra “essa festa pagã e comercial” talvez tenha esquecido do quanto esperou por aquele bonequinho dos Comandos em Ação quanto tinha nove anos, naquele inesquecível Natal de 1991 – quando fechou a cara com a avó por ter ganho uma mera cuequinha cinza da Lupo.

(Criança, mais que ninguém, sabe quando alguém a visita com um presente em mãos dizendo que ela foi lembrada, ao mesmo naquela data. É assim desde que o mundo é mundo, e a culpa não é da hipnose provocada quando a Xuxa vai à tevê vender bonecas.)

Se lembrasse de tudo isso, o sujeito saudoso do espírito natalino – natimorto desde que o menino Jesus saiu carregado da manjedoura – agradeceria antes ao espírito das compras do que ao velho ascetismo cristão por ter um emprego e ver a economia crescer de um tempo pra cá.

Seria um favor à contenção da hipocrisia e dos clichês, pragas bem mais irritantes do que o estresse das compras de fim de ano.



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