#Artesanato Flor de fita feita no forno


Flor de fita!!!! Essa florzinha serve para vários trabalhos...
Pode ser um enfeite para cabelos,podemos colocá-la em presentes, em bolsas, em diademas...


Para ver o PAP visite esse link: http://trocasdelinhas.blogspot.com/2011/02/flor-de-fita-feita-no-forno-super.html



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#Decoração Invasão Colorida

Como prólogo desta história, uma vontade de mudar completamente o astral da casa. A decisão da moradora, uma empresária com uma filha pequena, fez com que este apartamento de 127 m² ganhasse uma decoração totalmente diferente. No lugar dos tons neutros, então, entraram as cores fortes, como o pink, que direciona as demais tonalidades da sala. A posição dos móveis também foi modificada, conferindo novo sentido à integração dos ambientes. O colorido invadiu, ainda, o quarto e a copa, enchendo-os de alegria. Neste novo cenário projetado pela arquiteta Raquel Molica, couberam, por fim, muitas obras de arte por todos os cômodos, bem ao estilo de que a moradora gosta. 




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#Texto As loucuras de cada um, por Caroline Meyer

Tenho reparado que a cada dia cresce o número de pessoas que falam sozinhas pelas ruas. E a idade vem diminuindo também. Minha priminha fala sozinha. Eu falo sozinha. Sempre. E muito.Às vezes até finjo estar falando ao celular para não parecer tão louca. O problema é quando o celular toca na minha orelha e me desmascara no meio da multidão...Meu filho mais novo ás vezes reclama:
- Para de falar com você, mãe!
Mas não acho que falo sozinha. Falo com uma outra eu, que invariavelmente é muito mais centrada que a minha própria pessoa. Não sou bipolar, antes que me rotulem. Mas acho que esse exercício de falar em voz alta para o nada é um auto exame de consciência. Sabe quando em desenhos animados, principalmente do pato Donald e do Pateta aparecem o anjinho e o diabinho, um em cada ombro, falando o que devemos ou não fazer? Pois é. Meu diálogo comigo mesma funciona mais ou menos assim.Sou sempre a diabinha.
E quem me escuta, ou seja, eu mesma, mas de outra personalidade - não diria uma anjinha, mas uma eu mais descolada, obviamente - é bem interessada nos meus problemas. Me dá conselhos ótimos e até alguns puxões de orelha. Penso que pode ser uma experiência extra corpórea, em que eu mesma vejo as coisas erradas que faço - poucas, lógico - e analiso por outro ângulo. O meu, se não tivesse feito aquilo errado.
Escrever é outra forma de conversar com meu outro eu. Me coloco desnuda nessas páginas - sem devaneios, hein? - e me enxergo de outra forma. É como um espelho e como um, nem sempre enxergamos aquilo que queremos. Me surpreendo com tanto assunto que tenho. Como coisas bobas podem ter tanto significado. Como choro quando escrevo dos meus filhos e do prazer em desvendar um pouco a alma humana, seja em bares, erros de GPS ou na beleza do dia a dia. Falar em voz alta ou escrever em silêncio são algumas de nossas loucuras. Somos vários e às vezes precisamos do outro para nos descobrir. Nem que o outro seja nós mesmos...



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#PrestandoContas Kit makes da Dile Lima

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Kit q ganhei aqui no sorteio,amei muito obrigada.






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#Saúde Descubra como pega - Hepatites A B C D E


Hepatite A
A hepatite A é uma doença contagiosa, causada pelo vírus A (VHA) e também conhecida como “hepatite infecciosa”. Sua transmissão é fecal-oral, por contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus. Geralmente, não apresenta sintomas, mas, se houver, os mais frequentes são: cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Costumam aparecer de 15 a 50 dias após a infecção. Como as hepatites virais são doenças silenciosas, consulte regularmente um médico e faça o teste.

O diagnóstico da doença é realizado por exame de sangue, no qual se procura por anticorpos anti-HAV. Após a confirmação, o profissional de saúde indicará o tratamento mais adequado, de acordo com a saúde do paciente. A doença é totalmente curável quando o portador segue corretamente todas as recomendações médicas. Na maioria dos casos, a hepatite A é uma doença de caráter benigno. Em menos de 1% dos casos, causa insuficiência hepática aguda grave e pode ser fulminante

Hepatite B
Causada pelo vírus B (HBV), a hepatite do tipo B é uma doença infecciosa também chamada de soro-homóloga. Como o VHB está presente no sangue, no esperma e no leite materno, a hepatite B é considerada uma doença sexualmente transmissível. Sua transmissão ocorre:
  • Relações sexuais sem camisinha com uma pessoa infectada;
  • Mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação;
  • Compartilhar material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos), de higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou de confecção de tatuagem e colocação de piercings, por transfusão de sangue contaminado.
Hepatite C
É a hepatite causada pelo vírus C (VHC), já tendo sido chamada de “hepatite não A, não B”. O vírus C, assim como o vírus causador da hepatite B, está presente no sangue. Entre as causas de transmissão estão:
  • A transfusão de sangue;
  • O compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), para higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou para confecção de tatuagem e colocação de piercings;
  • A gravidez, quando a mãe infectada passa para o filho;
  • O sexo sem camisinha, com uma pessoa infectada (forma mais rara de infecção).
O surgimento de sintomas em pessoas com hepatite C aguda é muito raro. Entretanto, quando aparecem são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Por se tratar de uma doença silenciosa, é importante consultar um médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam todas as formas de hepatite. O diagnóstico precoce da hepatite amplia a eficácia do tratamento.

Quando a reação inflamatória persiste sem melhora por mais de seis meses, comum em 80% dos casos, os profissionais de saúde consideram que a infecção evoluiu para a forma crônica. O tratamento é complexo e dependerá da realização de exames específicos, como biópsia hepática e exames de biologia molecular. As chances de cura variam de 50 a 80% dos casos.

Hepatite D
A hepatite D, também chamada de Delta, é causada pelo vírus D (VHD). Esse vírus depende da presença do vírus do tipo B para infectar uma pessoa. E sua transmissão, assim como a do vírus B, ocorre:
  • Por relações sexuais sem camisinha com uma pessoa infectada;
  • Da mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação;
  • Compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, etc), de higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou de confecção de tatuagem e colocação de piercings;
  • Pela transfusão de sangue infectado.

Da mesma forma que as outras hepatites, a do tipo D pode não apresentar sintomas ou sinais discretos da doença. Quando ocorrem, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Consulte regularmente um médico e faça o teste.

A gravidade da doença depende do momento da infecção pelo vírus D. Pode ocorrer ao mesmo tempo que a contaminação pelo vírus B ou atacar portadores de hepatite B crônica (quando a infecção persiste por mais de seis meses).

Infecção simultânea dos vírus D e B
Na maioria das vezes, manifesta-se da mesma forma que a hepatite aguda B. Não há tratamento específico e a recomendação médica consiste em repouso, alimentação leve e proibição do consumo de bebidas alcoólicas por um ano.

Infecção pelo vírus D em portadores do vírus B
Nesses casos, o fígado pode sofrer danos severos, como cirrose ou até mesmo formas fulminantes de hepatite. Pelo caráter grave dessa forma de hepatite, o diagnóstico deve ser feito o mais rápido possível e o tratamento só pode ser indicado por médico especializado. É a principal causa de cirrose hepática em crianças e adultos jovens, na região amazônica do Brasil

Hepatite E
De ocorrência rara no Brasil e comum na Ásia e África, a hepatite do tipo E é uma doença infecciosa viral causada pelo vírus VHE. Sua transmissão é fecal-oral, por contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus. Como as outras variações da doença, quase não apresenta sintomas. Porém, quando eles aparecem, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Esses sinais costumam aparecer de 15 a 60 dias após a infecção. O diagnóstico é realizado por exame de sangue, no qual se procura por anticorpos anti-HEV. Na maioria dos casos, a doença não requer tratamento. É proibido o consumo de bebidas alcoólicas, recomendado repouso e dieta pobre em gorduras. A internação só é indicada em pacientes com quadro clínico mais grave, principalmente mulheres grávidas



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#Culinária Sopa de abóbora

Ingredientes

  • 150 g (1 pote) de Cream Cheese Philadelphia
  • 500g de abóbora madura descascada e cortada em cubos
  • 02 colheres de sopa de manteiga
  • 02 colheres de sopa de salsa picada
  • 01 litro de água
  • 01 cubo de caldo de galinha
  • 01 cebola pequena picada
  • 02 dentes de alho picados
  • 01 folha de louro
  • Sal e pimenta do reino a gosto
  • Noz moscada a gosto.

Modo de Preparo
  • Em uma panela refogue na manteiga a cebola e o alho, junte a abóbora cortada em cubos, o louro, o caldo de galinha e a água. Cozinhe até ficar macia.
  • Bata a abóbora no liquidificador, sem a folha de louro. Retorne o creme à panela, tempere com sal, pimenta e noz moscada. Acrescente o Cream Cheese Philadelphia e mexa bem.
  • Coloque a salsa no momento de servir.

Dicas PhiladelphiaSirva a sopa creme dentro de um pão italiano.




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#PrestandoContas Camiseta da Renata Carvalho

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Chegou agorinha a camiseta que ganhei da Mr. Fly Moda Sustentável!




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